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Blog de Benedito Machado


            FORROBODÓ LITERÁRIO

        Inimigo declarado do Governo estabelecido (ou, talvez de todos os outros) Raduan Nassar ganhou dele um prêmio literário. Tinha que dar confusão, e deu. Na atual conjuntura política brasileira, de absoluta confusão e falta de direção discernível, essa rebeldia, numa cerimônia nos arraiais da cultura, não chamou tanto a atenção do público, às voltas com seus próprios problemas, que não são poucos, neste início de século e de novos rumos, no mundo e nas ideias.

 

        O subtítulo em que o jornal (Folha) destaca as falas críticas do escritor já prevê o conteúdo da notícia: IMPOSSÍVEL CALAR! e, em continuação, destaca, a atuação do ex-ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, responsável pela invasão de escolas e prisão de alguns notáveis rebeldes. A presidente da Biblioteca Nacional, que por ironia do destino se chama Helena Severo, comentou, sobre o incidente, com o embaixador de Portugal, Jorge Cabral (olha só como os fatos trocam ironias conosco) ter “sentido vergonha como brasileira”, pela situação. 



Escrito por B.Machado às 09h35
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                    A FACE OCULTA

        Eu sei que poucos vão acreditar, mas muitos de nós, seres humanos, carregamos, por trás da face de Dr. Jekyll, o espectro de Mr. Hyde. Para quem já esqueceu dessas figuras, relembro que são os nomes do famoso livro de Robert Stevenson: “Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde”, traduzido em Português como “O médico e o monstro”.

        Senão vejamos: Luíza Brunet, figura pública sobre a qual não há nada a explicar, porque todos a conhecem, casou com um tal de Lírio Parisoto, velho conhecido do mundo “socialite”.  Pois bem, adiantando o que vou explicar mais à frente, alguma coisa no inconsciente da modelo (e aqui entra minha teoria) levou-a a escolher um marido que seria a cópia renovada de seu pai espancador.

        Ora, direis, o que isso significa? Simplesmente, e aqui o Dr. Freud tem muito a dizer, o modelo de companheiro que a donzela escolheu (inconscientemente, claro) repete aquele que ela assimilou na convivência doméstica. Quer dizer, no caso, o Mr. Hyde (o monstro) que se ocultava na pele (inocente) do Dr. Jeckyll, também se projetou na percepção subconsciente da modelo, o que a levou a aceitar o “socialite” para seu companheiro.

        E deu no que deu......



Escrito por B.Machado às 10h32
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PENSAMENTOS IDOS E VIVIDOS – 1 (Ano ?)

             A GEOGRAFIA DOS DESEJOS

        O quarto ano do Curso Primário pode ser comparado ao momento em que você “mete a colher no bolo” e começa a engoli-lo aos pedaços. Ele vai terminar nessa operação, e queremos tê-lo absorvido em nós, que participaremos de sua substância, na sua qualidade de alimento e de prazer. No primeiro ano primário, a gente apenas sente o leve odor dos açúcares e fermentos, e imagina a matéria que os exala. Na medida em que vamos raspando sua superfície, ele começa a fazer parte de nossa natureza, no que tem de energia e de prazer.

 

        Como é provável que leitor suspeite, essas alegorias não me ocorreram neste crepúsculo da vida, mas são reminiscências de  minha infância, que consegui salvar do naufrágio da memória nas águas desse oceano desordenado que se chama vida.   



Escrito por B.Machado às 10h17
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             AS VANTAGENS DO FUXICO

 

        Há alguns anos, escrevi uma crônica sobre um médico que foi condenado a “respeitáveis” 180 anos de prisão, por conta do estupro de 37 mulheres. Meus comentários, então, a respeito, foram com relação às 37 vítimas (afinal, uma ia ao consultório, sofria o estupro e não contava para ninguém, nem ao marido?) e, com relação ao descalabro da Lei, condenando um sujeito a 180 anos de prisão, como se estivéssemos do tempo de Matusalém!

        Mas o que eu queria dizer, mesmo, no momento, é que isso jamais aconteceria em Iguape. Lembro de um fato escandaloso que aconteceu no tempo em que eu trabalhava numa farmácia em nossa cidade (a história é “danada”, mas já é fato passado, não me preocupo em comentar). Eu disse “escandaloso”, mas isso se refere à relação moral do fato com os costumes da época. Se fosse hoje, não passaria de um incidente passageiro, digno, no máximo de fofocas na mesa de um bar, ou no salão de cabelereiro.

 

        O “caso” é que o farmacêutico foi aplicar uma injeção nas nádegas de uma paciente e aproveitou a situação para “tirar uma casquinha”, sem medir as consequências. Pois a moça contou o caso ao namorado, que não era de “levar desaforo para casa” e veio “tirar satisfações”, com o abusado. Eu lavava umas seringas na pia, quando vi o rapaz ofendido entrar feito um “leão na arena” e avançar para cima do farmacêutico. Este só se salvou porque a “turma do deixa disso” se apressou em informar o caso ao irmão do ofendido, que entrou às pressas no laboratório da farmácia e agarrou o irmão, interrompendo o “aperto” do farmacêutico.  



Escrito por B.Machado às 10h49
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              COCAÍNA: UM “NEGÓCIO” DAS “ARÁBIAS”!

        Todos os governos constituídos lutam (ou dizem que lutam) para melhorar a situação econômica de seus cidadãos. Afinal, já não são tantos, (nem os próprios o fazem com tanta convicção) aqueles cidadãos que se preocupam com a moral pública, naturalmente depois de cuidar (ou descuidar) da própria. Assim, já que não dá para manter a prática dons bons costumes em níveis aceitáveis, que pelo menos a situação econômica não seja de envergonhar os cidadãos.

        Pois bem, conforme estudos muito bem fundamentados, a “máquina do vício” da cocaína, no Brasil, ocupa uma mão-de-obra de cerca de 3.500.000 de pessoas. É gente que daria para encher e sustentar (no bem-bom), mais de dez cidades de bom tamanho, com todo seu comércio, suas igrejas e seus políticos corruptos, ou não. Isso sem contar o fato de que os beneficiários do “negócio” sustentam outro tanto de pessoas: empregados domésticos, choferes, faxineiros (sem contar os médicos, enfermeiros e hospitais que tratam dos abusivos, e, “last, but not least”, advogados), e, ainda por cima, usufruem de diversões e confortos que criam oportunidades de negócios para outro tanto de cidadãos.  

 

        Bem, para encerrar, a repressão ao vício, por sua vez, ocupa (e sustenta) um rol não desprezível de cidadãos, (advogados, guardas, carcereiros, médicos) o que aumenta o montante dos ganhos econômicos do país, com esse “pecado” carnal. Então, para não me delongar demais, deixando de lado o evidente sarcasmo (ou gozação) implícitos na ideia, encerramos com a pergunta: DEVEMOS ACABAR COM UM NEGÓCIO DESSES?



Escrito por B.Machado às 09h22
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VALE A PENA LER DE NOVO....

 

De uma crônica de 14/12/2011 


ATENÇÃO, MACHARAL!!

Segundo o Dr. Jairo Bouer, uma pesquisa feita pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, mostrou que 54% das mulheres fingem orgasmo – principalmente as que estão inseguras no relacionamento e acham que estão sendo traídas. O estudo foi feito com 453 mulheres heterossexuais, de 18 a 46 anos, que estavam num relacionamento há pelo menos 6 meses. Entre os motivos mais citados para fingir o orgasmo estavam “quero manter meu parceiro interessado na relação” e “quero evitar que ele se desinteresse da relação e me troque por outra mulher”.

Segundo os pesquisadores, esse pode ser um indício do valor evolutivo do orgasmo feminino: as mulheres que realmente atingissem o clímax conseguiriam manter seus parceiros por mais tempo, tendendo a selecionar os melhores. Além disso, há especulações de que o orgasmo feminino favoreceria a fecundação.

 

         Nada contra, mas é bom que os homens tenham em vista esse fato, antes de ficarem se bacaneando de sua macheza, quando sentirem grandes “estremecimentos”, na sua parceira!



Escrito por B.Machado às 10h39
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           A MÁSCARA DO ZORRO E A CARTA ANÔNIMA

                            (Lembrança de uma velha crônica)

         A máscara é parte de um jogo infantil. Fazer as coisas como sendo o “outro” (como o Zorro) é uma brincadeira que nunca deixou de ser divertida para as crianças. Eu disse para “as crianças”? Retifico: fazer as coisas como sendo o “outro” é uma brincadeira que nunca deixou de ser divertida para todo mundo.  

 

            Usar pseudônimo quando se escreve, seja uma carta, um artigo ou um comentário, pode ter vários objetivos “adultos”, mas é uma atitude infantil. Isso porque transforma o tema da escrita, que pode ser de adulto (como o “domínio espanhol”, no caso do Zorro) numa brincadeira infantil, uma aventura do herói mascarado. A máscara facilita ao mascarado salvar o “outro” ou jogá-lo no ridículo, sem que ele próprio assuma a responsabilidade, apesar de que, para um adulto, essa máscara seja, por si mesma, uma coisa ridícula, porque é um disfarce infantil num rosto de adulto, pior, um adulto que não quer enfrentar o possível ônus por seus atos. Mas esses são outros quinhentos.



Escrito por B.Machado às 11h29
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UMA VELHA CRÔNICA – publicada em 30/04/2012

  DESERTOS URBANOS

Desertos urbanos são os locais esquecidos das cidades. Todas as cidades têm os seus. Iguape não foge à regra. A chamada Fonte de Cima está se transformando num. O antigo prédio Matarazzo só não é completamente deserto porque foi ocupado por uma família “sem-teto”. A quadra de esportes, ao lado do cemitério, no fim da Rua dos Estudantes, está prestes a se tornar um deserto urbano.

 

Ao contrário dos desertos urbanos, há locais, nas cidades, com superlotação, como as favelas cariocas. É também o caso do nosso cemitério que, embora com habitantes imóveis, tem “gente” saindo “pelas tabelas”. Dentro de algum tempo, vai ser necessário criar uma empresa de cremação na cidade, para resolver esse problema de superlotação do chamado campo santo. Já faz algum tempo que o iguapense quase “não têm aonde cair morto”.   



Escrito por B.Machado às 11h16
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                     A PROFESSORA FALTOU....

        A professora faltou e o Diretor, professor Bento Rocha, não tinha por hábito dar folga à classe. Ocupou o lugar da mestra e, para não interferir na linha didática, pediu aos alunos que fizessem uma redação. Assunto? Um passeio ao lugar que cada garoto escolhesse. Deu liberdade de escolha, na linha narrativa, desde que fossem obedecidos os cânones da boa escrita. Para reforçar a recomendação, deu um exemplo negativo:

        - Não vão começar a redação escrevendo: “Tomemo café e fumo”!

 

        Foi uma risada geral. E uma lembrança imorredoura. Do anedótico, do tom sério do diretor e da recomendação quanto ao cuidado com a linguagem. Se alguém desejasse o retrato de um diretor/modelo de escola, certamente o escolhido seria o professor Bento Rocha: sério, sem ser carrancudo, inteligente, sem parecer um conselheiro, bem-humorado, sem querer ser engraçado. Apesar de não ter com os alunos um contato tão intenso quanto os professores, acredito que deixou uma imagem bem mais nítida que os mestres, na lembrança de todos que passaram pelo Grupo Escolar Vaz Caminha. 



Escrito por B.Machado às 19h39
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        A CVIVILIZAÇÃO E A BARÁRIE

       

        “Mutatis, mutandis”, como diziam os antigos latinistas, muitas cidades contemporâneas ainda fazem o papel de filtrar os magotes de migrantes que, cansados da pasmaceira de seus lares originais, nos cafundós dos sertões, e seduzidos pelas leituras, oitivas e visões televisivas de outras terras, se aventuram em mudanças de endereço, para dar um novo sentido às suas vidas.

        É um passo corajoso, virtuoso e criador de novas perspectivas existenciais. É assim que as cidades crescem e se tornam importantes, no contexto da vida social e econômica do país. Enfim, todos lucram com o processo: a cidade, ganhando vigor e importância, social e econômica, e os cidadãos, amplitude existencial, cultura, variedade e relacionamentos mais variados e complexos.  

        Entretanto, o processo tem, como não podia deixar de ter, seus efeitos secundários. Junto com os cidadãos honestos, trabalhadores e bem intencionados, grudam-se (grudam-se, é o termo) o rebotalho social, aquela parcela de cidadãos da já nasceu com um DNH degenerado, e aqui discordamos de certas correntes sociológicas que atribuem a delinquência exclusivamente a más condições de educação e cultura, ou pior, a diferenças econômico-sociais, que produziriam cidadãos progressistas e fracassados, dentro de um mesmo contexto social.

        Pois bem, para fazer de nossa cidade um lugar minimamente agradável à estada e ao usufruto existencial de seus habitantes, todos os cidadãos de bem se empenham em criar ambientes agradáveis para si e para os outros, em seus quintais, suas casas, suas calçadas limítrofes, sua vizinhança, enfim. A ideia é tornar a cidade bela e atraente e, consequentemente, cidadãos felizes.

 

        Mas eis que entre os locais e as ádvenas, se misturam aqueles que herdaram sangue bárbaro, instinto selvagem, “espírito de porco”, para usar uma linguagem mais nossa, essa psicologia do estrago. Pois esses cidadãos, embora a cidade não seja avara de diversões, com seus bares, suas praças e seus arredores bucólicos, se divertem em destruir aquilo que os cidadãos de bem constroem com amor e dedicação, para deleite de si e de todos seus semelhantes. É lamentável, mas é o que tempos, neste encontro, entre a barbárie que teima em permanecer em sua rudeza e a civilização que força sua entrada em nossa cidade. 



Escrito por B.Machado às 22h20
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Escrito por B.Machado às 21h37
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                     OH! TRIPLEX DO CACETE!

        Um cara que foi Presidente da República, líder popular estimadíssimo, bajulado pela elite e pela plebe, eleito e eleitor para o maior cargo da República, não pode ter um tríplex, para seu usufruto num dos mais melhores balneários do país. Cada vez que ele manda fazer uma limpeza, uma pintura ou uma melhoria, no imóvel, lá vai a imprensa a encher o saco, noticiar o fato, como se ele estivesse mexendo nas “partes íntimas” da pátria, violando as leis que regem este país das “arábias”.

 

        Não sou a favor do Lula, nunca votei nele, nem em ninguém do PT. Considero um partido inadequado, já que minha geração sempre exaltou a cultura e o esclarecimento como as bandeiras do progresso, e o PT, com seu líder “fugido da escola” é o símbolo da grossura e do baixo nível cultural de uma parte (infelizmente nossa maior parte, seus eleitores, por sinal!). Mas, de qualquer maneira, é o que temos, a maioria do povo gosta dele, votou e continua a votar em seus partidários, embora, uma boa parte, eu diria até uma parte boa, deles, esteja, no xilindró, cumprindo pena por seus desmandos. 



Escrito por B.Machado às 11h59
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VALE A PENA LER DE NOVO! (Crônica de 16/02/2009)
              (Já que o exemplo também nos serve!)

                                    ARGENTINA

            Houve um tempo em que a Argentina era uma espécie de centro da América Latina. Em vez de se exibir nos EUA, como fizeram os artistas da "bossa nova", nossos cantores, como Carmen Miranda, iam primeiro à Argentina. Também filmes que usassem o nosso hemisfério como base, eram feitos naquele país, como foi o caso de "Gilda". Os europeus que queriam passear pela América Latina iam direto para Buenos Aires, evitando passar pelo Rio de Janeiro, por causa das endemias tropicais.

 

        O que acabou com o "paraíso" sul-americano foi a demagogia. Perón, o líder dos "descamisados" (nome local, na época, para tipos como os do MST e do PT) foi um espertalhão que sabia matemática: calculou que o número de votos dos que preferiam pedir ajuda ao governo do que trabalhar era muito maior do que aqueles que produziam riqueza, no país. O resultado foi que o capital emigrou (como está acontecendo na Venezuela) e o país ficou entregue aos políticos e à baderna. Até hoje os argentinos estão pagando a fatura deixada pelo peronismo.



Escrito por B.Machado às 18h39
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    CORRUPÇÃO, FURTO, TRAIÇÃO: A CONDIÇÃO HUMANA

 

        Em primeiro lugar: todo mundo quer ganhar vantagem, se for o caso, dinheiro. Afinal, não se vive de brisa. O problema é que existem as leis inibitórias, ou, pelo menos, os princípios morais. Então, da mistura da ambição, do dinheiro e dos princípios morais, surge o escândalo, que se manifesta através da “boca no trombone”, vale dizer, da imprensa e da opinião pública. Para dirimir o bururu, invoca-se a autoridade.

        Nada que não se possa reduzir ao primarismo do garoto que enfia a mão aonde não devia. O tabefe dos genitores, o puxão de orelha, a proibição de saída para as brincadeiras tem sua versão adulta, estabelecida pelas leis, que variam historicamente, entre as chibatadas, a forca, a guilhotina, a prisão ou o degredo.

 

        Princípios morais, leis, religião versus impulsos primários, resquícios da animalidade presente nos recônditos orgânicos de uma espécie que traça seu destino por entre os meandros de um universo, que deveria ser chamado multiverso, que o ajuda, atrapalha, estimula e fatiga. 



Escrito por B.Machado às 09h07
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                OS POBRES HERDARÃO A TERRA

         Um filme americano “Idiocracy” (que poderia ser traduzido como Governo de Idiotas) apresenta uma tese curiosa: como só os idiotas se reproduzem sem pensar nas consequências (o que não deixa de ser verdade, na vida real), no futuro só haverá pessoas de baixo QI (quociente de inteligência). Essa ideia puxa outra, que pode ser percebida, em nosso entorno: os casais ricos têm 1 ou 2 filhos; os pobres, 5 a 10. Logo, quanto mais tempo passa, mais aumenta a pobreza. Como estaremos no ano 3.000? 

         Uma análise, pessimista e nada realista, de nossa situação política atual já pode começar a fazer pensar sobre esse futuro sombrio. Faça um discurso realista e sincero e perca a eleição; minta, prometa o que nunca poderá dar ou fazer, e terá votos a valer. A democracia tem essa característica de aceitar todos os palpites e contribuições, pois fazer uma seleção de projetos seria uma discriminação. E, depois, ainda na democracia, o pobre é melhor considerado, porque o rico já tem o que quer, então é preciso ajudar aqueles que o destino não contemplou.




Escrito por B.Machado às 05h03
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